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	<title>Comments on: A adolescência e o alcóol</title>
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	<pubDate>Sat, 19 May 2012 23:28:04 +0000</pubDate>
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		<title>By: Isis Olivia</title>
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		<dc:creator>Isis Olivia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 1999 00:00:00 +0000</pubDate>
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		<description>Olá!&lt;br/&gt;Sou jornalista e estou produzindo uma matéria sobre Bullying. Você pode, por favor, entrar em contato comigo? Meu e-mail é isolivia@hotmail.com&lt;br/&gt;Obrigada!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!<br />Sou jornalista e estou produzindo uma matéria sobre Bullying. Você pode, por favor, entrar em contato comigo? Meu e-mail é <a href="mailto:isolivia@hotmail.com">isolivia@hotmail.com</a><br />Obrigada!</p>
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		<title>By: Augusta</title>
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		<dc:creator>Augusta</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 1999 00:00:00 +0000</pubDate>
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		<description>É a dura e pura realidade. O álcool é um dos maiores problemas da nossa sociedade. Assisti, vivi, chorei e ainda recordo com dor este problema. Durante algum tempo (demais!), vi, uma pessoa de quem gosto imenso, definhar, cometer atentados à sua vida e à dos que o rodeavam. Tudo por mais um gole (assim fosse!) daquele mortal veneno. Era ainda pequena mas consciente do que se passava. Passei horas de angústia, de desespero por não saber o que fazer, por não saber onde essa pessoa estava. Imaginava como estaria...mil e uma coisa, nada de bom. Era revoltante procurá-lo durante horas, chamá-lo, falar sozinha e... depois ele dizer pormenorizadamente o que fizemos e dissemos naquele espaço de tempo. Apetece bater, gritar, enfim...fugir e, se pudesse, apagar aquele terror. Não era possível, ele continuava. A cura?! Várias vezes sugerida por tantos que o amavam...que lhe eram queridos. Nada parecia resultar. Por vezes, aceitava mas, chegada a altura, retrocedia e fugia. Tanto havia para escrever e descrever esse tempo em que vivi só para aquilo. Não estava concentrada na escola, a todo o momento pensava como é que ele estaria, se estaria em casa, se teria tido um acidente, se teria fugido, se foi a pé, de carro, de mota... Tantas incertezas e angústias para uma criança. Era isso que eu era, uma criança. Mas vivi o problema como gente grande. Finalmente cedeu em fazer a sua recuperação. Não foram momentos fáceis, nem por sombras. A voz do coração conseguiu superar a voz do vício, vacilando inúmeras vezes, é certo. &lt;br/&gt;Hoje em dia, é uma pessoa incrível, cidadão preocupado, irrepreensível, pai estremado, carinhoso, marido impecável e irmão excepcional. Nunca devemos desistir de nada nem de ninguém. A nossa ajuda, por pequena que pareça, é imprescindível para alguém. Não nos podemos esquecer que não estamos, nunca, sozinhos.&lt;br/&gt;Que tudo isto sirva para testemunhar a dificuldade daqueles que têm este terrível vício mas também daqueles que os rodeiam. &lt;br/&gt;Se a vida não tivesse estas dificuldades não lhe daríamos o devido valor. E...vale a pena VIVER.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É a dura e pura realidade. O álcool é um dos maiores problemas da nossa sociedade. Assisti, vivi, chorei e ainda recordo com dor este problema. Durante algum tempo (demais!), vi, uma pessoa de quem gosto imenso, definhar, cometer atentados à sua vida e à dos que o rodeavam. Tudo por mais um gole (assim fosse!) daquele mortal veneno. Era ainda pequena mas consciente do que se passava. Passei horas de angústia, de desespero por não saber o que fazer, por não saber onde essa pessoa estava. Imaginava como estaria&#8230;mil e uma coisa, nada de bom. Era revoltante procurá-lo durante horas, chamá-lo, falar sozinha e&#8230; depois ele dizer pormenorizadamente o que fizemos e dissemos naquele espaço de tempo. Apetece bater, gritar, enfim&#8230;fugir e, se pudesse, apagar aquele terror. Não era possível, ele continuava. A cura?! Várias vezes sugerida por tantos que o amavam&#8230;que lhe eram queridos. Nada parecia resultar. Por vezes, aceitava mas, chegada a altura, retrocedia e fugia. Tanto havia para escrever e descrever esse tempo em que vivi só para aquilo. Não estava concentrada na escola, a todo o momento pensava como é que ele estaria, se estaria em casa, se teria tido um acidente, se teria fugido, se foi a pé, de carro, de mota&#8230; Tantas incertezas e angústias para uma criança. Era isso que eu era, uma criança. Mas vivi o problema como gente grande. Finalmente cedeu em fazer a sua recuperação. Não foram momentos fáceis, nem por sombras. A voz do coração conseguiu superar a voz do vício, vacilando inúmeras vezes, é certo. <br />Hoje em dia, é uma pessoa incrível, cidadão preocupado, irrepreensível, pai estremado, carinhoso, marido impecável e irmão excepcional. Nunca devemos desistir de nada nem de ninguém. A nossa ajuda, por pequena que pareça, é imprescindível para alguém. Não nos podemos esquecer que não estamos, nunca, sozinhos.<br />Que tudo isto sirva para testemunhar a dificuldade daqueles que têm este terrível vício mas também daqueles que os rodeiam. <br />Se a vida não tivesse estas dificuldades não lhe daríamos o devido valor. E&#8230;vale a pena VIVER.</p>
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